: Arte de José Coêlho: Catalgo de exposição de escultura " Modelo Ausente"
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Arte de José Coêlho: Arte de José Coêlho: Catalgo de exposição de escultura " Modelo Ausente"
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Exposição de escultura de José Coelho
Centro Europeu de Línguas de 30 de Junho a 30 de Agosto
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Escultura de José Coêlho na FIARTE 2011
Feira Internacional de artes plásticas ArteEuropa - Coimbra
Praça da canção de 1 a 10 de Abril de 2011
Com apresentação de uma nova série em ferro policromado denominado: "Destino Habitado"
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Exposição de Esculturas no Arquivo Histórico Municipal de Vila Real de Santo António até 30-11-2010 de José Coelho com o Titulo " Memento Mar Memor"

O tempo é uma das dimensões destas esculturas em ferro de José Coelho: o tempo que passou, o tempo presente, o tempo futuro que cada uma das peças parece permanentemente confrontar.
E o resultado de tudo isto é o sobressalto: a surpresa de acabarmos (cada um de nós) por nos descobrir como participantes deste processo artístico, como se o nosso lugar deixasse de ser espectador e as próprias peças escultóricas fossem, em grande parte, o resultado do modo como o nosso olhar as olha, recentra, desloca.
Nas esculturas que José Coelho nos mostra, numa primeira versão, “chapas moldadas”, recortadas e soldadas (aqui e ali com um leve traço de cor) assumem formas guerreiras, onde o espectador é convidado a “entrar” numa área dimensionada, povoada por esculturas que “parecem” ter um único visitante – em cada um dos lados das esculturas encontram-se pontos de vista únicos que nos relevam figuras humanóides, “gerreiros” que são gerados/reconfigurados por todos os tipos de espectadores que, dobrando o corpo ou espreitando por pequenos orifícios existentes nas esculturas, vão deformando, com o olhar, a distância entre os seus vários elementos formais e consequentemente emitindo novos sentidos. Segundo José Coelho, na génese deste seu trabalho, encontram-se referências a Dionísio, Deus da constelação mitológica grega que afirma o prazer, o informe…,. Esta última referência implica necessariamente o espectador que, desde logo, não procura de forma simples o lugar de quem assiste a um qualquer espectáculo que decorre alheio à sua presença, mas firme em encontrar a posição que lhe dá acesso à descodificação (ao prazer) da anamorfose presente nos guerreiros dionisíacos de José Coelho
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Uma Escultura para a sua santidade o papa Bento XVI na sua Visita a Portugal.
CCB Lisboa 12 Maio de 2010-05-06
Material - Ferro policromado e inox
Dimensões - 950x450 mm
Titulo - Crucificação


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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Esposição em Paris
Estes trabalhos pretendem de uma forma simples homenagear os Autores:
A obra de José Coêlho toca-nos de imediato pelo poder da matéria e audácia da forma.
Entre as margens do Tejo e as do Sena, de Lisboa a Paris, ele povoa a nossa imaginação de personagens tutelares, as ninfas camonianas, e de "Caixas de Memórias"para conservar intactos os nossos sonhos mais íntimos.
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terça-feira, 21 de abril de 2009
São já cerca de duas dezenas, de obras de escultura em metal do autor em espaço público, de norte a sul de Portugal.
Macedo de Cavaleiros. "Arcos e Cavaleiros". Torres Novas. "Monumento ao Município". Santarém. "Homenagem a Bernardo Santareno". Constância. "Parque de Astronomia. A Grande Maquina do Mundo, homenagem a Os Lusíadas". Chamusca. "Homenagem ao 25 de Abril e ao povo do Arripiado". Alcanena. "A Catedral - 1º Prémio exécuo Semana da Pedra". Riachos. "Homenagem a Manuel Simões Serôdio, fundador do jornal O Riachense". Abrantes. Vialonga. Amadora. Cascais. "Homenagem ao 25 de Abril". Seixal. "Homenagem ao operário siderúrgico". Aljustrel. Oficina das artes-Fórum cultural - "Gerreiros". Vila Real de Santo António. "Arquivo Municipal". Lisboa. "Parque monteiro-mor - Museus nacional do traje e do Teatro". Meda. "Guerreiro e Paveia"
Qualquer pessoa que visite como turista ou crente o Mosteiro de Guadalupe, em Espanha, e que consiga subir ao Camarín da igreja sob comando Franciscano, colocando-se em frente às pinturas de Luca Giordano (escola italiana séc. XVI) tenderá a procurar/perceber com o olhar as formas “alongadas” que se espraiam por entre todas as pinturas, colando-as umas às outras. Precisará, no entanto, de enveredar por uma aventura corporal, nomeadamente em ser capaz de reposicionar, constantemente, o seu corpo face ao espaço de forma a seleccionar o mais possível o local exacto, posição e ângulo que possibilitam visualizar/identificar tudo o que ecoa nas próprias pinturas.
Tradicionalmente, a pintura e a escultura privilegiaram o olho, o olho do artista e também do espectador que se uniam num único ponto de fuga da representação e, exemplos como o de Giordano são capazes de traçar linhas de continuidade com propostas como a de José Coelho, onde o olho acaba por se transformar num corpo que, de forma efectiva, age num espaço e dessa acção faz depender a leitura da própria obra.
Nas esculturas que José Coelho nos mostra, numa primeira versão, “chapas moldadas”, recortadas e soldadas (aqui e ali com um leve traço de cor) assumem formas guerreiras, onde o espectador é convidado a “entrar” numa área dimensionada, povoada por esculturas que “parecem” ter apenas um único visitante - em cada um dos lados das esculturas encontram-se pontos de vista únicos que nos relevam figuras humanóides, “guerreiros” que são gerados /reconfigurados por todos os tipos de espectadores que, dobrando o corpo ou espreitando por pequenos orifícios existentes nas esculturas, vão deformando, com o olhar, a distância entre os seus vários elementos formais e consequentemente emitindo novos sentidos. Segundo José Coelho, na génese deste seu trabalho, encontram-se referências a Dionísio, Deus da constelação mitológica grega que afirma o prazer, o informe..., . Esta última referência implica necessariamente o espectador que, desde logo, não procura de forma simples o lugar de quem assiste a um qualquer espectáculo que decorre alheio à sua presença, mas firme em encontrar a posição que lhe dá acesso à descodificação (ao prazer) da anamorfose presente nos guerreiros dionisíacos de José Coêlho.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
O Homem Em Paixão em Imagens
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